The 1990s and early 2000s marked a turbulent period in Ukraine’s history due to the fall of the Soviet Union and the emergence of an independent Ukraine. Despite gaining free speech and property rights, citizens faced economic hardships. Corruption scandals and the murder of journalist Georgiy Gongadze in 2000 sparked nationwide protests against the political elite. The Local and Independent Ukrainian Newspapers collection covers this era up to the Orange Revolution (2004–2005), offering insights from over 900 newspapers across 340 cities, reflecting regional and ethnic dynamics. The collection includes publications in Ukrainian, Russian, and other languages like Armenian, German, Polish, etc., providing a detailed view of historical events. Access to this database is supported by the Center for Research Libraries and its members.
Contemporary Black, African, and African diaspora writers across the world are redefining literature and criticism in French, Italian, Spanish and Portuguese. Here are some noteworthy books in their original languages recently acquired by the UC Berkeley Library. Translations into English may also be available for some of the better known.
Filipe Alves Moreira IF/Universidade do Porto e Universidade Aberta
Como já foi destacado em diversas ocasiões (p. ex., Sharrer 2022), o trabalho da equipa da BITAGAP em bibliotecas e arquivos portugueses e de outros países tem descoberto, (re)localizado e identificado uma grande quantidade de textos e manuscritos de que não havia conhecimento, permitindo assim alargar consideravelmente a base empírica de estudo da cultura galega e portuguesa da Idade Média. Por vezes, essas descobertas dizem respeito não apenas a um texto ou autor em específico, mas a um género textual. É o que sucede com os anais escritos, em língua portuguesa, entre finais do século XIV e inícios do século XVI.
Contrariamente aos anais portugueses escritos em latim durante o século XII e início do XIII, que contam já com diferentes edições e uma sólida investigação que lhes tem sido dedicada (p. ex.: David 1947, Bautista 2009, Furtado 2021), os anais portugueses escritos a partir do século XIV, e especialmente os que foram escritos em português (que são quase todos) estão inéditos ou muito insuficientemente estudados e editados. Existe, até, a ideia de que o género analístico é algo especificamente medieval. Nada mais falso, porém: pelo menos em Portugal, não só continuou a escrever-se anais ao longo dos séculos XVI-XVII, como, até, dir-se-ia que foram mais comuns nessa época, do que anteriormente.
É, todavia, compreensível que os anais em português dos séculos XIV, XV e inícios do XVI estejam ainda inéditos ou insuficientemente editados e não tenham sido estudados: é que a maior parte deles eram completamente desconhecidos, antes das sucessivas atualizações de BITAGAP, ao longo dos últimos dez anos. Foi a BITAGAP que, pela primeira vez, apresentou um corpus de anais escritos em português, muitos deles descobertos e identificados devido às investigações da equipa. Este corpus está facilmente acessível através de uma busca em Obra por “Anais medievais” em “Assunto”.
A mais recente atualização de BITAGAP contém um elenco de 21 destes anais. Como sempre acontece com este tipo de textos, não é fácil estabelecer-se uma cronologia para cada um deles. A maior parte subsiste, aparentemente, em cópias únicas, maioritariamente datáveis do século XVI, mas os acontecimentos históricos mais recentes neles mencionados variam entre finais do século XIV e inícios do século XVI. Quase todos concentram-se na história portuguesa, começando habitualmente, ou com a batalha do Salado (1340), ou com a guerra de Aljubarrota e a ascensão de D. João I ao trono (1385), eventos que assim adquirem estatuto fundacional. São especialmente numerosas as entradas relativas a acontecimentos dos reinados de D. Duarte, D. Afonso V, D. João II e D. Manuel I. Embora a maior parte dos acontecimentos mencionados por estes anais sejam também conhecidos através de outras fontes históricas, alguns transmitem diversos acontecimentos não mencionados noutros locais, sendo, por isso, especialmente relevantes. Um exemplo interessante é a cerimónia de investidura do infante D. Fernando, irmão de D. Afonso V e pai de D. Manuel, ocorrida em Lisboa a 10 de agosto de 1456, a qual é descrita, com certo detalhe, em alguns destes anais (segundo já foi comentado por Aguiar 2018). Também não é fácil perceber-se a génese destes textos. Alguns parecem resultar da compilação e/ou continuação de textos analísticos prévios (várias entradas repetem-se, ipsis verbis ou quase); outros, terão sido redigidos e acrescentados à medida que os acontecimentos históricos dignos de registo se iam sucedendo. É também notória a relação destes textos com o género historiográfico por excelência desta época, as crónicas. Com efeito, dos 21 textos atualmente elencados em BITAGAP, 6 estão copiados em manuscritos (ou, no caso do BITAGAP texid 11379, num impresso) que contêm, também, cópias ou sumários de crónicas, especialmente as de Rui de Pina e de Duarte Galvão. Esta circunstância já indicia uma proximidade entre ambos estes géneros, mas uma observação mais atenta poderá estreitá-la ainda mais. Com efeito, existem manuscritos do século XVI que contêm textos formalmente analísticos mas que, segundo explicitam, resultam da abreviação do conteúdo de crónicas (especialmente as de Fernão Lopes, Rui de Pina e Duarte Galvão), constituindo, assim, o que poderá ser apelidado de “sumários analísticos” (um exemplo, já editado, é Costa 1996). Este facto, junto com a evidente proximidade destes textos com as crónicas, seja do ponto de vista material, seja do conteúdo, leva a pensar que alguns dos textos do corpus analístico estabelecido pela BITAGAP podem resultar, também, deste processo, ainda que o não digam. Mas pode também acontecer o contrário, isto é, que alguns destes anais tenham sido fonte das crónicas. Só um estudo aprofundado, que tenha em conta quer a tradição manuscrita dos anais, quer a das crónicas, permitirá afirmar uma destas (ou ambas estas) hipóteses. Estes anais em língua portuguesa serão editados, com notas, introduções e comentários que os contextualizem, numa coleção de textos antigos dedicados à figura de D. Afonso Henriques, em fase de preparação, e serão também tidos em conta pelo projeto Aranhis, que procura integrar os anais portugueses (em português e em latim) com os anais ibéricos.
Vejamos, entretanto, alguns dos anais descobertos pela BITAGAP, e algumas das suas caraterísticas.
Um dos textos mais interessantes, e digno de ponderado estudo (que está a fazer-se) é o BITAGAP texid 18130, convencionalmente apelidado (quase todos os títulos deste corpus são convencionais) de “Descrição do mundo e notícias analísticas”. Trata-se de uma extensa compilação analística, das mais extensas do corpus (só comparável em extensão ao conhecido Livro da Noa–BITAGAP texid 1057–e à chamada Iª Crónica Breve de Santa Cruz de Coimbra–BITAGAP texid 1240). Ocupa 24 fólios na única cópia conhecida, o manuscrito 51-X-22 da Biblioteca da Ajuda (BITAGAP manid 3984), das primeiras décadas do século XVI. É um dos exemplos de associação dos anais às crónicas, pois esse manuscrito inclui, entre outros textos, uma cópia da Crónica de D. João II de Rui de Pina, com notáveis variantes (incluindo o prólogo, que não é de Rui de Pina, mas, possivelmente, do compilador deste manuscrito). Esta compilação analística tem a introduzi-la, e a contextualizá-la, uma descrição do mundo limitada à Europa, Ásia e África (o que estará indicando a sua possível antiguidade) e uma contagem das famosas sete idades do mundo (fólios 111-112, segundo a numeração moderna, que se sobrepôs a uma anterior e não coincidente). A compilação analística propriamente dita segue, grosso modo, uma ordem cronológica, começando pelo nascimento de Alexandre Magno e prosseguindo com diversos acontecimentos da história universal e, sobretudo, peninsular, antes de entrar a tratar do reinado de D. Afonso Henriques, momento a partir do qual as entradas se ocupam de acontecimentos dos sucessivos reinados portugueses, até ao ano de 1525.
Ms. 51-X-22 da Biblioteca do Palácio da Ajuda, f. 111r. Início da “Descrição do Mundo”
A parte inicial desta compilação analística tem evidentes pontos de contacto e mesmo entradas em comum com a chamada Iª Crónica Breve de Santa Cruz de Coimbra e com anais castelhanos, o que revela tratar-se de uma compilação pelo menos parcialmente baseada em textos bem mais antigos. A maior parte (a partir do fólio 115r) desta compilação é, porém, ocupada com acontecimentos do reinado de D. João I e seguintes (e especialmente dos reinados de D. Afonso V, D. João II e D. Manuel), com algumas entradas referentes a acontecimentos não conhecidos de outras fontes narrativas.
Ms. 51-X-22 da Biblioteca do Palácio da Ajuda, f. 117r. Exemplo de acontecimentos do reinado de D. Afonso V.
Outro exemplo de associação às crónicas e de uma compilação analística extensa é o conjunto de anais (BITAGAP texid 34129) copiado no ms. Casa Fronteira e Alorna, número 5, da Torre do Tombo (BITAGAP manid 1398). Trata-se de um manuscrito também da primeira metade do século XVI que contém um conjunto de cópias das crónicas de Duarte Galvão e de Rui de Pina (até à de Afonso IV), curiosas porque, frequentemente, copiam apenas o início e o final dos capítulos, originando, as mais das vezes, texto sem sentido. Após a Crónica de D. Afonso IV, surge esta compilação analística, que ocupa os fólios 271v-278v, a qual começa com a batalha do Salado (1340) e termina com a morte da rainha D. Maria, em 1517. Várias entradas são comuns a outros anais e muitas são especialmente dedicadas ao reinado de D. João II, também aqui com acontecimentos nem sempre conhecidos por outras fontes narrativas.
ANTT, Ms. Casa Fronteira e Alorna, n. 5. Exemplo de entrada do reinado de D. João II: chegada de Colombo, “jenoes”, a Lisboa, após a viagem à América, fólio 277v.
Um terceiro caso interessante é o do texto intitulado “Memoriall dallgũas cousas” (BITAGAP texid 18624), na cópia mais antiga conhecida (COD. 13182 da BNP, BITAGAP manid 1346), uma cópia muito cuidada, com epígrafes a vermelho separando cada uma das entradas. Mais uma vez, estamos perante um conjunto analístico que faz parte de uma miscelânea manuscrita que contém a cópia de uma crónica, neste caso a Crónica de D. Afonso Henriques de Duarte Galvão, entre outros textos (entre os quais uma versão [BITAGAP texid 10498] da célebre Lenda de Gaia já editada e estudada por Ramos 2004). Este conjunto começa com a batalha de Aljubarrota (1385) e termina com o surto de peste de 1520, sendo a maior parte das entradas (algumas extensas e nem todas seguindo a ordem cronológica) dos reinados de D. Afonso V, D. João II e D. Manuel. Uma particularidade interessante deste manuscrito é a sua proveniência, pois, segundo apurou Ramos 2004, a sua origem está, muito provavelmente, numa comunidade religiosa feminina de Guimarães–o que mostra a circulação alargada deste tipo de miscelâneas, incluindo os textos analísticos nelas copiadas. Desta vez, conhece-se uma outra cópia deste texto, mais tardia (século XVII), com variantes e intitulada “Lembranças antiguas”, no manuscrito 2436 da BNE (BITAGAP manid 5253), fólios 228r a 237r. A entrada mais recente desta cópia é, porém, do ano de 1508, o que, em conjunto com as variantes, levanta o problema de tratar-se, ou não, de uma cópia modificada do manuscrito quinhentista de Guimarães.
COD. 13182 da BNP, f. 3r. Início da compilação analística.
Um último caso pode ser relevado, porque, contrariamente aos anteriores, não faz parte de compilações historiográficas, mas sim de uma cópia de documentos. Trata-se de um breve conjunto analístico copiado no fólio 180v do Livro 517 da Alfândega de Vila do Conde, Torre do Tombo (BITAGAP manid 6896), por isso designados como “Anais de Vila do Conde” (BITAGAP texid 25247). Começa, uma vez mais, com a batalha do Salado, e termina com a vinda do duque de Lencastre à Península Ibérica, no contexto das lutas pela sucessão dos tronos de Portugal e de Castela, no final do século XIV. Antecede estes anais uma lista dos cavaleiros portugueses que estiveram presentes na conquista de Ceuta (1415), mas, de facto, a maior parte deste manuscrito é de documentos relacionados com a atividade da alfândega de Vila do Conde, nos séculos XV e XVI. É interessante, por isso (e relevante), a presença de anais num manuscrito deste tipo.
Referências
Aguiar, Miguel (2018). Cavaleiros e Cavalaria. Ideologia, práticas e rituais aristocráticos em Portugal nos Séculos XIV e XV. Porto: Teodolito.
Costa, José Pereira da, ed. (1996). Crónicas dos Reis de Portugal e Sumários das suas vidas: D. Pedro I, D. Fernando, D. João I, D. Duarte, D. Afonso V, D. João II / Gaspar Correia. Lisboa: Academia das Ciências.
David, Pierre (1947). Études Historiques sur la Galice et le Portugal du VI au XII siécle. Paris: Institut Français au Portugal.
Ramos, Maria Ana (2004). “Hestorja dell Rej dom Ramjro de lleom”…. Nova versão de “A Lenda de Gaia”. Critica del Testo. Romània romana. Giornata di studi in onore di Giuseppe Tavani. Vol. 7 n. 2, pp. 791-843.
Sharrer, Harvey L. (2022). “BITAGAP (Bibliografia de Textos Antigos Galegos e Portugueses): um armazém da memória histórica” in R. Pichel (ed.), Tenh’eu que mi fez el i mui gran ben. Estudos sobre cultura escrita medieval dedicados a Harvey L. Sharrer. Madrid: Sílex, pp. 39-67.
Introducing “Capturing Struggle: Ukraine Through American and Ukrainian Lenses,” an exhibition dedicated to documenting the invasion of Ukraine by Russia. This online exhibition features powerful images captured by American and Ukrainian photojournalists, marking the third year of the war against Ukraine, which began on February 24, 2022.
The exhibition not only commemorates the unprovoked Russian aggression but also sheds light on the ongoing struggle of Ukrainians amidst civilian deaths, assaults on infrastructure, and human rights violations. It offers a glimpse into the daily lives of Ukrainians through compelling photographs. We are grateful to Brendan Hoffman (USA), Serhii Korovayny, Oksana Parfeniuk, and Serhiy Mykhalchuk (Ukraine) for generously allowing us to showcase their impactful work. Also, We want to thank Svidok and AI for Good Foundation for helping us with additional photos.
Special thanks to Professors Anastassia Fedyk, Yuriy Gorodnichenko, and Nataliia Goshylyk of the University of California Berkeley, and Professor Monica Eppinger of St. Louis University’s School of Law for their unwavering support in organizing this online exhibition and related events. These events aim to highlight the resilience of Ukrainian archivists, librarians, human rights lawyers, and publishers. We also have featured recommended readings from UC Berkeley Library’s collections based on the faculty input (In English, In Ukrainian).
The idea for bringing this exhibition to the library originated at Fulbright Ukraine and Institute of International Education Kyiv, of which the Director of both these institutions, Dr. Jessica Zychowicz, is a UC Berkeley Alumna (English, ’04). Deputy Director Inna Barysh, Communications Officer Marian Luniv, and Program Officer Mariia Kravchenko envisioned the first exhibit which took place in Vynnitsia, Ukraine, and continue to co-curate all iterations. The photographs provided by Serhii Korovayny and Serihy M. were not part of the original Fullbright exhibition and were a later curatorial addition. Fulbright Ukraine has held exhibitions at several U.S. and European universities and museums, including in locations in Berlin, Czech Republic, and Bulgaria attended by U.S. Ambassadors.
“A total solar eclipse is a spectacle without equal. Henrike Christiane Lange and Tom McLeish study the human and cultural impact of totality. Every human culture has a mythology about solar eclipses. These stories should be told and this book is an excellent survey of many cultures across the continents and throughout the centuries. I especially enjoyed the excerpts from Tom McLeish’s travel diary from August 2017 which capture the thrill of the chase and the allure of the corona in the co-authored Introduction. Chapter 2 by my late friend Jay Pasachoff on the solar corona is a masterclass in science communication. I highly recommend Eclipse & Revelation to anyone interested in solar eclipses and their many interactions with humanity.” — Michael Zeiler, Cartographer and Eclipse Chaser
“Genius! Truly marvelous and relevant work, beautifully illustrated and delivered: an utterly brilliant new take on interdisciplinary collaborations between the arts, humanities, and sciences exploring a gripping natural phenomenon across human history. Unlike any other, this book includes fascinating perspectives and early science from ancient Asia, Assyria, Babylonia, India, China, Greece and Rome, the scientific revolution to the present… – all topped off with the latest meteorological methods and a conclusion that creates a poetic awareness of the entire cosmos… Lange and McLeish deliver a passionate defense of the liberal arts and a delightful account of the perpetual curiosity, excitement, joy, and enduring love of wisdom at the core of the scientific and scholarly life.” — Andrew Stewart, Professor emeritus, History of Art and Classics at the University of California, Berkeley
“The A&AePortal is committed to featuring groundbreaking and authoritative books on African Americans and the arts. Here are some highlights—see what might be helpful in your teaching, coursework, or research!” – from the A&Ae Portal Website.
Explore the Arts and Architecture E Portal from Yale University Press provided to you by UC Berkeley Library. Click the link to see these and other titles about the African American and Black Diaspora.
African Americans in Art
Humans
Art and Emancipation in Jamaica
Black Artists in America
Elizabeth Catlett
Visit the Art History/ Classics library to view more new books on Black and African American Artists now on display in 308 Doe.
Location change: 308A Doe Library (inside of the Art History/Classics Library on the 3rd floor of Doe)
In collaboration with the Earth Sciences & Map Library, Art History/Classics Library, Art History and Astronomy departments, this pop-up exhibit will feature maps and materials inspired by the April 8, 2024 Total Solar Eclipse and “Eclipse & Revelation,” a newly published book by Henrike Lange which shows total solar eclipses from the interdisciplinary perspectives of the sciences, arts, humanities, history, and theology.
Join us to explore the representation of eclipses through maps, images, music, and film.
Exhibit organizers:
Henrike C. Lange, Associate Professor, History of Art department
Lynn Cunningham, Art Librarian
Sam Teplitzky, Open Science Librarian
Ruling Together: Consultation and Collaboration in the Political Regimes of Premodern Eurasia
February 16, 2024
Maude Fife Room, 315 Wheeler Hall, UC Berkeley
Reza Abbasi Museum (Calligraphy of Mir Emad Hassani)
The conference focuses on the medieval and early modern periods (1000-1700 CE) as a crucial era for cross-cultural contact, challenging the lesser emphasis this period has received within “Silk Road” scholarship. It argues that viewing Eurasia merely as a space of intermittent object and idea exchange through trade or diplomacy depoliticizes cultural and goods spread, which is inadequate for understanding the political dynamics of these centuries dominated by the Mongol Empire and its successors. Emphasizing the role of political institutions in transregional history, the conference aims to integrate the study of cross-cultural contact with political history, highlighting Central Asia’s significance in the global political history of the medieval and early modern periods.
8:30 Tea and Coffee
9:00 Welcome Remarks
Panel 1
Who Should Rule? Institutions of Sovereignty and Succession
9:15 Christopher Atwood, University of Pennsylvania
The First Interregnum: Imperial Stake Holders in a (Temporarily) Khan-less World
9:45 Michael Bechtel, Nazarbaev University
Mongol Empire 1229-46: Frameworks of Rule and Redistribution (Related article is here)
10:15 Jonathan Brack, Northwestern University
Chinggisid Family Feuds, Islamization, and the Religious Sphere in Mongol-ruled Iran
10:45 Evrim Binbaş, University of Bonn
The Theater of Constitutional Ideas: The First Timurid Civil War and Shahrukh’s Ascension to Timur’s Throne
11:15 Discussion
11:45 Lunch break
Panel 2
How to Rule? Transcontinental Institutions
1:30 Carol Fan, University of Bonn
Revenue sharing networks within the Mongol Empire and transregional contacts
across Eurasia in the 13th and 15th centuries
2:00 Paehwan Seol, Chonnam National University
The Jarghu: Mobile Courts and Justice Networks of the Mongols throughout East-
West Asia during the 13th to 14th Centuries
2:30 Natalia Królikowska, University of Warsaw
Numerous Nogay peoples, the Circassians and innumerable Tatars’ influence on the decision-making process in the Crimean khanate.
3:00 Discussion
3:30 Tea and Coffee
Panel 3
What is Ruling? Conceptualizing State and Empire
3:45 David Sneath, University of Cambridge
The Lords’ Administration: Mongolian aristocratic governance and the state as social
relation
4:15 Munkh-Erdene Lhamsüren, National University of Mongolia
The Chinggisid Sovereignty: Myth, Archetype, and Transformation (see similar article here)
4:45 Kaveh Hemmat, Benedictine University
Rule of Law in Islamicate Civic Lore Concerning the Mongol Empire and China
5:15 Discussion
As the Russian invasion of Ukraine continues without a meaningful resolution in sight, Ukrainians continue to document the stories of Russian aggression in their country. One such project is Svidok. Svidok (свідок) means witness. The bilingual multimedia website allows Ukrainians to record their stories associated with Russian aggression. The purpose of recording is not only documenting their everyday lives but also to bear witness to history as it unfolds in their independent nation-state.
Svidok is your personal war journal. Where you can safely and securely store your experiences of living through the Russian invasion of Ukraine, and collect evidence of all the atrocities and war crimes that were committed by the Russians.
Svidok has been built by Ukraine’s proud citizens and friends in partnership with the AI for Good Foundation to ensure the truth of this war is accurately documented.
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